La lucha no es por el poder, sino un llamado a la organización de los pueblos: María de Jesús Patricia Martínez, primera mujer indígena por la candidatura presidencial en México

Este artigo trata da difícil tentativa do Congresso Nacional Indígena (CNI), do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) e de parte da sociedade civil para consolidar a candidatura da indígena e médica tradicional María de Jesús Patricia Martínez - conhecida como Marichuy - à presidência no...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Fuentes Sánchez , Waldo Lao, Fuentes Sánchez, Waldo Lao
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Cadernos PROLAM/USP
Idioma:español
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/190678
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/prolam/article/view/190678
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Marichuy
Indigenous Women Candidates
EZLN
Autonomy
Elections in Mexico
Mujeres Candidatas Indígenas
Autonomía
Elecciones en México
Mulheres Candidatas Indígena
Autonomia
Eleições no México
Descrição
Resumo:Este artigo trata da difícil tentativa do Congresso Nacional Indígena (CNI), do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) e de parte da sociedade civil para consolidar a candidatura da indígena e médica tradicional María de Jesús Patricia Martínez - conhecida como Marichuy - à presidência no México nas eleições de 2018. Descrevemos brevemente o surgimento em 1994 do EZLN, que conseguiu dar visibilidade às lutas e demandas dos povos indígenas do país, e destacamos o trabalho realizado pelas mulheres indígenas zapatistas tanto na luta por seus direitos, bem como nas diversas áreas de atuação nas comunidades autônomas em resistência. Concluímos que as instituições e a burocracia eleitoral impediram, por meio de uma série de irregularidades, a possibilidade de Marichuy aparecer nas urnas como candidata independente.