Para florescer pessoas : o pensamento urbanístico de Gaston Bardet

Gaston Bardet (1907-1989) foi um urbanista francês e teórico do urbanismo do século XX. Autor de pelo menos 10 livros, 70 artigos, planos, estudos palestras e conferências entre Europa, África e Américas – entre as quais, duas passagens pelo Brasil – pouco se sabe sobre seu pensamento urbanístico e...

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Detalles Bibliográficos
Autor: PEREIRA, Juliana Melo
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/35893
Acceso en línea:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/35893
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Gaston Bardet
Pensamento Urbanístico
Urbanismo
Ensino do Urbanismo
Urbanismo aplicado
Descripción
Sumario:Gaston Bardet (1907-1989) foi um urbanista francês e teórico do urbanismo do século XX. Autor de pelo menos 10 livros, 70 artigos, planos, estudos palestras e conferências entre Europa, África e Américas – entre as quais, duas passagens pelo Brasil – pouco se sabe sobre seu pensamento urbanístico e circulação de suas ideias. Sobre o silêncio dedicado à sua obra, pairam os inúmeros embates por se contrapor publicamente à vertente funcionalista do urbanismo. Portanto, o objetivo desta tese é compreender o pensamento urbanístico de Gaston Bardet, para trazer à tona uma contribuição que possa somar à complexidade e heterogeneidade da noção de “urbanismo moderno”. A tese se insere no âmbito dos estudos de História da Cidade e do Urbanismo e parte do entendimento que o objeto de estudo só tem sentido quando lido no seu contexto. O referencial teórico-metodológico da História Cultural sustentou a construção da interpretação, na qual buscou-se analisar o objeto de estudo cotejado com filiações, interlocuções, embates e instituições. A documentação levantada nos arquivos franceses e brasileiros deram substrato a narrativa, que adota os livros do urbanista como fio condutor. A leitura desses livros foi cruzada com o contexto e com as experiências do urbanista nos anos de formação, na prática da docência, nas investigações teórico-metodológicas, nos estudos filosóficos e nas viagens para América Latina. Para contrapor visões redutoras, partiu-se da hipótese que Gaston Bardet constituiu um pensamento urbanístico próprio, denso, de forte apelo social e humanista, orientado pelas questões postas pelo seu tempo.