Propriedades energéticas da madeira e do carvão vegetal de cenostigma macrophyllum: subsídios ao uso sustentável

O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade da madeira de Cenostigma macrophyllum Tul para uso energético e determinar os rendimentos e propriedades do carvão vegetal produzido em diferentes temperaturas de carbonização. Foram retirados discos de 3 cm de espessura nas posições basal, 25%, 50%, 7...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Araújo, Ana Clara Caxito de, Costa, Luciano Junqueira, Braga, Pedro Paulo de Carvalho, Guimarães Neto, Rosalvo Maciel, Rocha, Maria Fernanda Vieira, Trugilho, Paulo Fernando
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/34800
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/34800
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Temperatura de carbonização
Rendimento gravimétrico
Termogravimetria
Carbonization temperature
Gravimetric yield
Thermogravimetry
Descripción
Sumario:O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade da madeira de Cenostigma macrophyllum Tul para uso energético e determinar os rendimentos e propriedades do carvão vegetal produzido em diferentes temperaturas de carbonização. Foram retirados discos de 3 cm de espessura nas posições basal, 25%, 50%, 75% e 100% da altura comercial do fuste. Os discos foram cortados em cunhas e metade destas foi utilizada para análises na madeira e a outra metade foi carbonizada em temperaturas finais de 400 ºC, 500 ºC e 600 ºC para avaliação dos rendimentos e características do biorredutor. A densidade básica (1,2 g cm-3), teor de lignina (34%), poder calorífico superior (4.845 cal g-1) e rendimento gravimétrico de carbonização (RGC) aos 400 ºC (41,5%) da madeira do caneleiro se destacaram. O aumento da temperatura de pirólise da madeira de 400 ºC para 600 ºC resultou em acréscimo de 29,4% do teor de carbono fixo e redução de 19% e 63,4%, respectivamente, do RGC e do teor de materiais voláteis do carvão vegetal. Conclui-se que a espécie apresentou valores satisfatórios para produção energética.