EXPERIÊNCIA PILOTO EM ARBORIZAÇÃO PARTICIPATIVA EM DUAS CIDADES DE PEQUENO PORTE DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO

As árvores urbanas desempenham funções ecológicas, econômicas e sociais no espaço em que se inserem proporcionando vários benefícios à população. Submetidas a um clima quente e seco, as cidades do semi-árido brasileiro necessitam da presença de uma massa arbórea que lhes proporcionem melhorias no pa...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Augusto de Lira Filho, José, Maynard Batista da Fonseca, Clécio, de Sousa Alves, Perla, Maria de Albuquerque Lacerda, Roberta
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2009
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repository:Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/66396
Online Access:https://revistas.ufpr.br/revsbau/article/view/66396
Access Level:Open access
Keyword:Silvicultura urbana
planejamento participativo
paisagismo urbano
Description
Summary:As árvores urbanas desempenham funções ecológicas, econômicas e sociais no espaço em que se inserem proporcionando vários benefícios à população. Submetidas a um clima quente e seco, as cidades do semi-árido brasileiro necessitam da presença de uma massa arbórea que lhes proporcionem melhorias no padrão ambiental, garantindo-lhes, melhoria de vida das populações nelas inseridas. Este trabalho objetivou a aplicação do planejamento participativo na arborização urbana em cidades de pequeno porte do semi-árido paraibano. Foi avaliada a Arborização Participativa nas cidades de São Mamede e São José do Bonfim, ambas situadas no Território do Médio Sertão Paraibano, que poderão servir de modelo para as demais cidades similares da região. Neste trabalho realizaram-se a sensibilização da população, levantamentos preliminares (diagnóstico da arborização) e elaboração e execução do plano de arborização. Os resultados evidenciaram que em São Mamede há um déficit de 54% de árvores a serem implantadas nas ruas, enquanto em São José do Bonfim este déficit é de 69,7%. Constatou-se que em cidades de pequeno porte o planejamento participativo é tecnicamente viável, apesar do grau de complexidade operacional.