A educação na fronteira entre o desejo e a autonomia: dos percursos (im)possíveis
Vivemos numa era marcada pelas práticas adaptacionistas e submissão total do Homem, as quais não possibilitam ao indivíduo sua autonomia. Assim, cada vez mais, a capacidade pensante do indivíduo - provida de desejo -, encontra-se dilacerada. Entende-se que a Educação deveria assumir um papel fundame...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/90062 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/90062 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Educação Desejo Autonomia Processos de subjetivação Education Desire Autonomy Processes of subjectification |
| Resumo: | Vivemos numa era marcada pelas práticas adaptacionistas e submissão total do Homem, as quais não possibilitam ao indivíduo sua autonomia. Assim, cada vez mais, a capacidade pensante do indivíduo - provida de desejo -, encontra-se dilacerada. Entende-se que a Educação deveria assumir um papel fundamental para reverter este quadro, uma vez que seu principal sentido seria o de, justamente, possibilitar aos educandos espaços diferenciados nos quais seus desejos pudessem florescer e a alienação não encontrasse lugar. Infelizmente, não é isso que acontece e a própria Educação foi capturada por um sistema que não valoriza as singularidades dos sujeitos. Deste modo, pretende-se pensar a Educação a partir da Psicanálise e da Teoria Crítica, a fim de que esta se modifique recuperando seu lugar da crítica social e tornando-se ela própria uma importante ferramenta contra a barbárie. Contribui-se, assim, na desconstrução dos discursos prontos, tidos como únicos e verdadeiros que nos impedem de pensar e numa formação não ‘para’ o sujeito, mas ‘do’ sujeito, que considera os aspectos críticos, reflexivos e desejantes, pois só este indivíduo teria força para atuar contra o status quo. Nosso marco teórico se constitui da releitura de alguns textos clássicos da Teoria Crítica e da Psicanálise nos quais a tensão entre o “desejo” e a “autonomia” está colocada como tema desafiante para a construção de processos educacionais em suas relações com a modernidade |
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