O REGIME HIDROSSEDIMENTAR DO RESERVATÓRIO DA USINA HIDRELÉTRICA DE BALBINA (AMAZONAS)
Este estudo analisou a dinâmica de produção e transporte de sedimento suspenso no alto curso da bacia hidrográfica do Rio Uatumã, controlada pela Usina Hidrelétrica de Balbina (UHE), no Estado do Amazonas. Utilizando um conjunto de dados hidrométricos e de concentração de sedimentos suspensos coleta...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Alagoas (UFAL) |
| Repositorio: | Revista Contexto Geográfico |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.seer.ufal.br:article/17286 |
| Acesso em linha: | https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/17286 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Sedimentos em suspensão Reservatório Rio Uatumã Geografia Física Geografia Fluvial |
| Resumo: | Este estudo analisou a dinâmica de produção e transporte de sedimento suspenso no alto curso da bacia hidrográfica do Rio Uatumã, controlada pela Usina Hidrelétrica de Balbina (UHE), no Estado do Amazonas. Utilizando um conjunto de dados hidrométricos e de concentração de sedimentos suspensos coletados entre 2019 e 2021, em diferentes períodos hidrológicos, os resultados revelaram uma concentração média de 41,86 mg.L-1, com variações significativas entre os rios da região. A implantação da represa resultou em uma redução média de 35% nos aportes de sedimentos a jusante. As estações hidrométricas monitoradas representaram 30% da descarga líquida e 44% do fluxo de sedimentos suspensos na área de estudo. Estimou-se um fluxo médio anual de 690 toneladas de sedimentos para o Rio Uatumã a jusante da UHE. As conclusões apontam que, na área de estudo, a dinâmica de uso e cobertura do solo têm pouca influência no transporte de sedimento suspenso, atribuído à presença significativa de áreas protegidas e baixa ocupação humana no entorno. Esses resultados fornecem informações para a gestão sustentável de regiões impactadas por grandes projetos de infraestrutura, como a UHE de Balbina. |
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