Registro Palinológico do Holoceno Tardio em Sedimentos Estuarinos do Rio Piraquê-Açu, Espírito Santo, Brasil
O rio Piraquê-Açu está localizado no município de Aracruz, 83 km a norte da cidade de Vitória, Estado do Espírito Santo, Brasil. No presente trabalho foram realizadas análises palinológicas a partir de um testemunho de sondagem (PA20) coletado nas coordenadas 19°56'13.63"S e 40°10'29....
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/14167 |
| Acesso em linha: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/14167 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Análise palinológica Sedimento fluvial Holoceno tardio |
| Resumo: | O rio Piraquê-Açu está localizado no município de Aracruz, 83 km a norte da cidade de Vitória, Estado do Espírito Santo, Brasil. No presente trabalho foram realizadas análises palinológicas a partir de um testemunho de sondagem (PA20) coletado nas coordenadas 19°56'13.63"S e 40°10'29.50"W com cerca de 110 cm de profundidade. O principal objetivo do estudo foi de reconhecer e interpretar a dinâmica vegetacional na região do entorno do local de coleta ocorrida nos últimos 1700 cal. anos AP, auxiliando estudos futuros. O testemunho foi subamostrado a cada 10 cm sendo as amostras submetidas ao processamento palinológico padrão. Foi inserida uma pastilha do esporo exótico Lycopodium clavatum para o cálculo da concentração dos palinomorfos. O material foi datado em quatro profundidades tendo a idade mais antiga cerca de 1758±68 cal. anos AP em 105 cm. A análise do testemunho indicou uma presença marcante da vegetação de Mangue, caracterizado principalmente pela presença do tipo polínico Rizophora. A Comunidade Aluvial e a Floresta Ombrófila também estiveram bem representadas sofrendo pequenas flutuações ao longo do testemunho. Foi observado o aumento da Comunidade Aluvial e a queda da Floresta Ombrófila nos últimos 10 cm de profundidade, o que pode estar associado a uma maior atividade antrópica causada pela chegada de imigrantes ao entorno do estuário. No topo do testemunho observa-se a presença do tipo polínico Eucalyptus, estando relacionado ao início da expansão da plantação de espécies deste gênero em larga escala no Estado do Espírito Santo. |
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