A PEQUENA PROPRIEDADE COMO MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA E INDUSTRIAL NA POLÍTICA DE COLONIZAÇÃO: ASPECTOS DA REGIÃO OESTE DE SANTA CATARINA
Este artigo promove uma discussão sobre a ação do Estado no processo de colonização de seus territórios, chamando atenção para o paradoxo da “opção” pela pequena propriedade por um lado, e a manutenção da concentração fundiária por outro. Considera-se o período enfocado na Primeira Era do Governo Va...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de Passo Fundo (UPF) |
| Repositório: | Semina (Passo Fundo. Online) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:seer.upf.br:article/8183 |
| Acesso em linha: | https://seer.upf.br/index.php/ph/article/view/8183 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Colonização. Pequena propriedade. Oeste catarinense |
| Resumo: | Este artigo promove uma discussão sobre a ação do Estado no processo de colonização de seus territórios, chamando atenção para o paradoxo da “opção” pela pequena propriedade por um lado, e a manutenção da concentração fundiária por outro. Considera-se o período enfocado na Primeira Era do Governo Vargas: 1930-1945. Parte-se do pressuposto de que a política de ocupação dos “vazios” nacionais – articulada propagandisticamente como “Marcha para Oeste” – se relaciona com o projeto industrializante da Nova República, com a dinamização da pauta econômica e produtiva e também com a continuidade das alianças com as elites latifundiárias. Busca-se problematizar a colonização na região Sul do Brasil como exemplo de ação coordenada do Estado e do capital privado não rivalizando com os interesses de fazendeiros e grandes proprietários. Aprofunda-se a análise considerando as potencialidades e limites desse “projeto colonizador” do ponto de vista do desenvolvimento econômico e social na região Oeste de Santa Catarina. |
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