Contribuição ao conhecimento de bactérias do gênero Xanthomonas, patogênicas a cereais de inverno
Com o objetivo de comparar métodos de inoculação, bem como comprovar a caracterização, a nível de patovar, foram realizadas inoculações em hospedeiros diferenciais, em condições de casa de vegetação, com vinte e oito isolados da espécie Xanthomonas campestres patogênicos a cereais de inverno e que s...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1996 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-20231122-093304 |
| Acesso em linha: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11135/tde-20231122-093304/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | XANTHOMONAS BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS CEREAIS DE INVERNO ESTRIA BACTERIANA GENÓTIPOS RESISTÊNCIA GENÉTICA VEGETAL |
| Resumo: | Com o objetivo de comparar métodos de inoculação, bem como comprovar a caracterização, a nível de patovar, foram realizadas inoculações em hospedeiros diferenciais, em condições de casa de vegetação, com vinte e oito isolados da espécie Xanthomonas campestres patogênicos a cereais de inverno e que se encontram incorporados à Coleção de Culturas IBSBF. Dos métodos de inoculação empregados, os mais eficientes foram os de infiltração (foliar e no cartucho) e de pulverização foliar, com pressão. O método menos eficiente foi o de pulverização foliar, sem pressão. A faixa de hospedeiros diferenciais mostrou que a estirpe definida como patótipo do patovar secalis (isolado IBSBF 827 = ICMP 5749 = NCPPB 2822) apresentou semelhança com a faixa de hospedeiros do patovar ondulosa. O emprego de pulverização de suspensão bacteriana em folhas de plântulas de cereais de inverno, com pressão, permitiu a separação dos genótipos em grupos, quanto a resistência à estria bacteriana. O patovar cerealis (isolado 922) apresentou maior patogenicidade que o patovar ondulosa (isolado 529) aos diversos genótipos avaliados, sobressaindo os genótipos de trigo OC 918 e BH 1146/OC 731070//AFM/COC como os mais resistentes aos dois patovares. Verificou-se também que o número de bactérias em sementes contaminadas apresentou pequena diminuição nos dois primeiros anos após a colheita e que a sobrevivência em restos culturais mantidos em condições de campo foi inferior a oito meses. Ensaios in vitro para avaliar o efeito de produtos químicos sobre os isolados 922(X.c. pv. cerealis) e 529 (X.c. pv. undulosa) mostraram que o patovar ondulosa é mais sensível que o patovar cerealis, aos produtos e dosagens utilizados. Formulações contendo captam ou thiram mostraram-se mais eficientes na inibição dessas fitobactérias. |
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