Leitura(s): da singularidade identitária

Ler a história do negro e do índio no Brasil pode contribuir para a sustentação de um discurso conformista sobre estas etnias como raças que, perante o branco, são sempre passíveis de escravagismo e marginalização. Por isso, partiremos do discurso da história relatada por Catharino e da cultura, por...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Coito, Roselene Fatima
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC)
Repositorio:Signo (Santa Cruz do Sul. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.online.unisc.br:article/845
Acceso en línea:https://seer.unisc.br/index.php/signo/article/view/845
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:leitura.Singularidade. Identidade
Descripción
Sumario:Ler a história do negro e do índio no Brasil pode contribuir para a sustentação de um discurso conformista sobre estas etnias como raças que, perante o branco, são sempre passíveis de escravagismo e marginalização. Por isso, partiremos do discurso da história relatada por Catharino e da cultura, por Maynard, do índio e do negro (em grupos localizados) – respectivamente-, como práticas discursivas que instauram um dizer único, o qual propala o preconceito racial e apaga as marcas dos embates discursivos de um lugar e de uma época. Para tal reflexão, analisaremos os discursos destes dois autores citados quando os mesmos tratam da singularização do índio e do negro, por meio da dança e buscaremos analisar a pretensa singularização étnica destes dois povos como uma opacização discursiva destas identidades.