Assessment of completeness of death reporting in Brazilian states for the year 2000

OBJETIVO: Calcular e avaliar a cobertura dos registros de óbitos da população adulta das Unidades da Federação brasileira. MÉTODOS: Foram estudadas as estatísticas de óbitos, captadas da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e do Ministério da Saúde, de 1999 a 2000,comparadas por...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Paes, Neir Antunes
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista de Saúde Pública
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/31954
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/rsp/article/view/31954
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Mortalidade
Mortalidade diferencial
Mortalidade específica
Estatísticas vitais
Sub-registro
Atestados de óbito
Brasil
Mortality
Differential mortality
Specific mortality
Vital statistics
Underreporting
Death certificate
Brazil
Descrição
Resumo:OBJETIVO: Calcular e avaliar a cobertura dos registros de óbitos da população adulta das Unidades da Federação brasileira. MÉTODOS: Foram estudadas as estatísticas de óbitos, captadas da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e do Ministério da Saúde, de 1999 a 2000,comparadas por sexo. A cobertura dos óbitos dos Estados foi estimada por meio de três técnicas de mensuração do sub-registro de óbitos. A estimativa final seguiu critérios pré-determinados que resultaram na classificação dos Estados em quatro categorias de avaliação. RESULTADOS: Pela primeira vez, a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística captou menos óbitos do que o Ministério da Saúde. A cobertura dos óbitos foi classificada no mínimo como "satisfatória" para todos os Estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e parte do Nordeste. Os demais Estados, a partir do Piauí em direção ao Norte, foram classificados como "regular", exceto para Roraima. A cobertura dos óbitos manteve-se mais completa para os homens. CONCLUSÕES: Houve aumento da cobertura dos óbitos para todas as regiões do País, particularmente para o Norte e o Nordeste. Mantendo-se esta tendência, é provável que todos os Estados terão superado a marca dos 80% de cobertura até o ano 2010.