A significação em Portais e a Abside, de Celso Loureiro Chaves

Neste artigo empreende-se a análise da obra Portais e a Abside, de Celso Loureiro Chaves, para violão solo, de 1997. A análise segue os princípios da nova musicologia, como têm sido postos em prática por autores como Lawrence Kramer e Rose Subotnik. O ponto de partida e permanente referência da anál...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Pereira, Flávio Santos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade de Brasília (UnB)
Repositorio:Repositório Institucional da UnB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/12539
Acceso en línea:http://repositorio.unb.br/handle/10482/12539
http://dx.doi.org/10.1590/S1517-75992012000200007
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Música para violão
Violão - instrução e estudo
Violão - métodos
Música - instrução e estudo
Teoria musical
Descripción
Sumario:Neste artigo empreende-se a análise da obra Portais e a Abside, de Celso Loureiro Chaves, para violão solo, de 1997. A análise segue os princípios da nova musicologia, como têm sido postos em prática por autores como Lawrence Kramer e Rose Subotnik. O ponto de partida e permanente referência da análise são as evidências deixadas pelo próprio compositor: o caráter inteiramente serial da obra; a relação do esquema formal da obra com "o plano arquitetônico de um templo imaginário, mas que poderia estar localizado na ilha de Próspero tal como desenhada por Peter Greenaway para o seu filme A Última Tempestade"; a referência da seção central da peça à memória de "alguma leitura longínqua da obra Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa". A partir destas evidências busca-se intuir um contexto que ilumine a obra e desvele a profundidade do seu significado. ____________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT