Concentração e competição bancárias no Brasil: uma aplicação do Modelo Panzar-Rosse
Para analisar a relação entre a concentração e a competição bancária, de acordo com os modelos contemporâneos da Teoria da Organização Industrial, faremos a aplicação da abordagem de Panzar-Rosse, tal como desenvolvida por Bikker, Schaffer e Spierdijk, com a definição da estatística H a partir de um...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Repositorio: | Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.fgv.br:10438/18820 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10438/18820 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Theory of industrial organization Banking industry concentration Competition Regulation Teoria da organização industrial Setor bancário Concentração Competição Regulação Economia Bancos - Brasil Concorrência Mercado financeiro Organização industrial (Teoria econômica) |
| Resumo: | Para analisar a relação entre a concentração e a competição bancária, de acordo com os modelos contemporâneos da Teoria da Organização Industrial, faremos a aplicação da abordagem de Panzar-Rosse, tal como desenvolvida por Bikker, Schaffer e Spierdijk, com a definição da estatística H a partir de uma equação não-escalada de retornos. A abordagem de Panzar-Rosse foi aplicada a partir de uma amostra de dados dos bancos comerciais brasileiros de 2011 a 2016 com modelos OLS e FGLS. A base de dados começa a partir de 2011, período no qual os efeitos da longa crise de 2009 a 2010 foram esgotados no sistema bancário nacional. Antes da aplicação do modelo, o presente trabalho apresenta a revisão da literatura do tema, destacando a diversidade de abordagens para estabelecer as relações causais entre concentração e competição. Os resultados mostram o avanço claro da concentração bancária em diversos mercados relevantes e a evidência de poder de mercado. A evolução do índice CR10 saiu de 86,8% em janeiro de 2011, para 88,5% em dezembro de 2016. A estatística Hr, acerca dos retornos não escalados, escolhida como referência para o referido período, indicou poder de mercado. |
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