A inclusão de pessoas com deficiência visual em um museu itinerante de ciências: vozes dos públicos com deficiência visual e de mediadores normovisuais
Os museus de ciências são instituições relevantes para difusão e popularização da ciência, ensino e para formação cidadã. Os museus itinerantes ampliam as ações museais, levando-as a locais muitas vezes distantes dos grandes centros. Um exemplo é o museu itinerante Ciência Móvel, parte do Museu da V...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/68320 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/68320 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Deficiência Visual Museu Itinerante Mediador Inclusão Acessibilidade Visual Impairment Traveling Museum Mediator Inclusion Accessibility Inclusão de Pessoas com Deficiência Museus |
| Sumario: | Os museus de ciências são instituições relevantes para difusão e popularização da ciência, ensino e para formação cidadã. Os museus itinerantes ampliam as ações museais, levando-as a locais muitas vezes distantes dos grandes centros. Um exemplo é o museu itinerante Ciência Móvel, parte do Museu da Vida Fiocruz, que leva sua exposição interativa para o sudeste brasileiro. Apesar dos museus terem como objetivo estarem disponíveis para todos, o público de pessoas com deficiência visual (DV) ainda encontra barreiras que os impede ou dificulta seu acesso inclusivo nessas instituições. Nesse contexto, essa pesquisa busca responder como a acessibilidade e inclusão de pessoas com DV pode ser promovida e/ou facilitada em um museu itinerante de ciências, trazendo para o diálogo as vozes de mediadores do Ciência Móvel e de pessoas com DV que têm interesse pelo tema. Utilizando a metodologia de pesquisa-ação, objetivamos levantar dados através de entrevistas sobre a formação e a capacitação dos mediadores para inclusão de pessoas com DV; investigar a relação dos mediadores com as pessoas com DV e investigar as expectativas de pessoas com deficiência visual em relação à acessibilidade e inclusão ao visitar um museu de ciências. As entrevistas foram gravadas e a análise dos dados realizada foi ancorada na teoria do discurso de Mikhail Bakhtin. Foi observado que a acessibilidade atitudinal é considerada o tipo de acessibilidade mais importante a ser fomentada em museus. A formação dos mediadores para inclusão e acessibilidade de pessoas com deficiência ainda é insuficiente, apesar de ser essencial para esse processo. Portanto, para que as mudanças necessárias para inclusão e acessibilidade de pessoas com deficiência aconteçam de maneira efetiva nesses espaços, as pessoas com deficiência precisam ser ouvidas e ser protagonistas nas ações de formação, bem como, participar dos museus, não apenas como público, mas como parte das equipes. |
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