[pt] PROFESSORES NO MUSEU DA GEODIVERSIDADE: O CAPITAL CULTURAL NAS PERCEPÇÕES E EXPECTATIVAS DA RELAÇÃO MUSEU X ESCOLA
[pt] Este trabalho tem como objetivo mapear o volume de capital cultural dos professores que frequentaram o Museu da Geodiversidade (UFRJ) em visitas escolares entre os meses de maio e setembro de 2012, bem como suas percepções e expectativas acerca das instituições culturais, tais como o museu. Par...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:23930 |
| Acceso en línea: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=23930&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=23930&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.23930 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | [pt] MUSEU E EDUCACAO [pt] MODELO CONTEXTUAL DE APRENDIZAGEM [pt] EDUCACAO NAO FORMAL [pt] CAPITAL CULTURAL DOCENTE [en] NON-FORMAL EDUCATION |
| Sumario: | [pt] Este trabalho tem como objetivo mapear o volume de capital cultural dos professores que frequentaram o Museu da Geodiversidade (UFRJ) em visitas escolares entre os meses de maio e setembro de 2012, bem como suas percepções e expectativas acerca das instituições culturais, tais como o museu. Para o estudo desses sujeitos, foram utilizados os conceitos de capital cultural de Pierre Bourdieu (2010) e as observações de Falk e Dierking (2000) sobre o modelo contextual de aprendizagem em museus a partir da agenda do público na visita museal, além de se trabalhar também com o conceito de educação não formal elaborado por Trilla (2008). A metodologia usada baseia-se na realização de entrevista semiestruturada e na aplicação de questionário autoadministrado junto a dez professores. Os resultados apontam para um baixo volume de capital cultural nos docentes não tanto no que se refere aos títulos escolares conquistados, mas principalmente no que tange aos usos e práticas dos espaços culturais, o que tem como desdobramento uma visão do museu apenas como espaço de complementação de atividades educativas formais e pouco apreço e interesse por esse espaço enquanto local de fruição, prazer e de ampliação da cultura em geral. Conclui-se, portanto, que o limitado aproveitamento do espaço museal pelos docentes não se dá por falta de interesse, mas pela falta da formação de hábitos culturais em sua família de origem e nas instituições escolares nas quais se formaram. |
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