Aplicação de celulose bacteriana nanofibrilada em argamassas leves de revestimento
O presente estudo avaliou o desempenho de argamassas leves de revestimento contendo celulose bacteriana, empregando vermiculita como agregado leve. A celulose devido à sua abundância e potencial de aprimoramento das propriedades mecânicas em macro e microescala, aumenta a resistência dos materiais c...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Udesc |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.udesc.br:UDESC/20107 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/20107 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Engenharia civil Agregados (Materiais de construção) Argamassa - Microestrutura Materiais de construção - Testes Revestimentos Celulose |
| Sumario: | O presente estudo avaliou o desempenho de argamassas leves de revestimento contendo celulose bacteriana, empregando vermiculita como agregado leve. A celulose devido à sua abundância e potencial de aprimoramento das propriedades mecânicas em macro e microescala, aumenta a resistência dos materiais cimentícios e impermeabilidade, adesão e controle de retração autógena, bem como as propriedades reológicas da argamassa. Este estudo utilizou celulose bacteriana nanofibrilada (BCNF) em argamassas leves (0,05% em peso, 0,15% em peso e 0,25% em peso), visando analisar suas propriedades reológicas, mecânicas e microestruturais. Como uma solução inovadora, a BCNF utilizada é produzida naturalmente por um consórcio de bactérias responsáveis pela síntese do biopolímero, livre de impurezas e significativamente menos custosa em comparação com outras celuloses disponíveis no mercado, consumindo 90% menos água e energia, gerando apenas resíduos orgânicos. Análises de MET, TGA, DRX e FTIR foram usadas para BCNF. A adição de BCNF aumentou o índice de consistência das argamassas em 3,13%, não teve efeito significativo na resistência à flexão e diminuiu a resistência à compressão em 18,23% (para 0,25% em peso). Os testes reológicos permitiram a observação de ruptura estrutural e reconstrução das argamassas. Os dados foram ajustados usando os modelos de Bingham e Herschel-Bulkley. A adição de 0,15% em peso mostrou uma tendência de crescimento do limite de escoamento, demonstrando estabilidade e menor viscosidade, indicando melhor trabalhabilidade, corroborando com os resultados de consistência. O BCNF melhorou a retenção de água em até 14,87%, atrasou o tempo de pega em até 28,52% (inicial) e 17,41% (final), reduziu a densidade fresca em até 26,53% e aumentou o teor de ar arrastado. A adição de 0,15% em peso de BCNF aumentou a condutividade térmica em 30,61% e estabilizou a variação dimensional, reduzindo a absorção de água (-19,61%) e o índice de vazios (-18,99%). O BCNF promoveu a hidratação contínua dos grãos de cimento, densificando a microestrutura da argamassa. No entanto, quando o BCNF se aglomera devido à dispersão ineficiente, seu efeito nas propriedades pode ser reduzido. O BCNF pode funcionar como um aditivo para melhorar as propriedades da argamassa e torná-la mais sustentável, pois é biodegradável e sua produção é limpa |
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