A DEFINIÇÃO DA FENOMENOLOGIA: MERLEAU-PONTY LEITOR DE HUSSERL
O trabalho de definir o que é a fenomenologia, desde a Fenomenologia da percepção, suscitou uma tomada de partido em relação ao pai da fenomenologia. A crítica ao idealismo de Husserl, o papel da ambiguidade, a impossibilidade de redução completa, entre outros grandes temas, personalizam a fenomenol...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Trans/Form/Ação (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www2.marilia.unesp.br:article/1805 |
| Acceso en línea: | https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/1805 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Merleau-Ponty. Fenomenologia. Husserl |
| Sumario: | O trabalho de definir o que é a fenomenologia, desde a Fenomenologia da percepção, suscitou uma tomada de partido em relação ao pai da fenomenologia. A crítica ao idealismo de Husserl, o papel da ambiguidade, a impossibilidade de redução completa, entre outros grandes temas, personalizam a fenomenologia de Merleau-Ponty em relação ao mestre. O objetivo do ensaio é mostrar como, na descrição do “método” fenomenológico, Merleau-Ponty se afasta dos conceitos fundamentais de Husserl, sem deixar de retornar continuamente a ele. |
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