Palinologia do grupo Itararé em Salto, Estado de São Paulo (Bacia do Paraná, carbonífero superior)
Realizou-se um estudo palinológico detalhado de ritmitos do Grupo Itararé inferior a médio (Supergrupo Tubarão) no entroncamento das rodovias SP-75 e SP-308, em Salto, SP (coord. UTM 23K 262,095kmE/ 7.432,774kmN). Os ritmitos correspondem a turbiditos com seixos caídos (dropstones), depositados em a...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2003 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/92941 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/92941 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Geologia estratigráfica Bioestratigrafia Biostratigraphy |
| Resumo: | Realizou-se um estudo palinológico detalhado de ritmitos do Grupo Itararé inferior a médio (Supergrupo Tubarão) no entroncamento das rodovias SP-75 e SP-308, em Salto, SP (coord. UTM 23K 262,095kmE/ 7.432,774kmN). Os ritmitos correspondem a turbiditos com seixos caídos (dropstones), depositados em ambiente glacial, provavelmente marinho. Ocorrem parcialmente invertidos devido a deslizamentos gravitacionais subaquáticos. Incluem também megásporos, atribuíveis a licófitas, e musgos fósseis pouco transportados, derivados de possíveis tundras. São registradas 58 espécies de palinomorfos (29 de esporos, 26 de grãos de pólen, duas de algas e uma de possível acritarca). Dois gêneros e cinco espécies são inéditos na Bacia do Paraná: Jayantisporites Butterworth et al., 1964; Meristocorpus Playford & Dino, 2000; Apiculiretusispora tuberculata Azcuy, 1975; Apiculiretusispora alonso Ottone, 1989; Cyclogranisporites cf. C. microgranulatus (Menéndez & Azcuy) Archangelsly & Gamerro, 1979, Tetraporina punctata (Tiwari & Navale) Kar & Bose, 1976 e Hamiapollenites cf. H. insolitus (Bharadwaj & Salujha) Balme, 1970; a última já foi registrada no Grupo Itararé, porém sob outra denominação. A assembléia palinológica corresponde à Palinozona Crucisaccites monoletus de Souza & Marques-Toigo (2001), aproximadamente equivalente aos intervalos informais G (exceto sua porção basal) + H1 + H2 de Daemon & Quadros (1970). Comparações com assembléias gondvânicas, principalmente argentinas, confirmaram a idade neocarbonífera (Westphaliano final-Stephaniano) sugerida por Souza (2000) para a palinozona. |
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