Presence of calcification in soft tissues in panoramic radiographs of patients from a dental school clinic

A radiografia panorâmica permite avaliar áreas adjacentes à maxila e à mandíbula. As mais frequentes calcificações de tecidos moles do sistema estomatognático descritas na literatura são as ossificações do ligamento estiloide, as calcificações da cartilagem da tireoide, os ateromas de artéria caróti...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Coral, Bruna Brunelli, Maximiano, Gustavo Antonio, Schwalm, Magada Tessman, Rodrigues, Andrigo Manyurato, Maragno, Ângela Catarina
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Clinical and Laboratorial Research in Dentistry
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/172766
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/clrd/article/view/172766
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Dentistry
Panoramic Radiography
Prevalence
Physiological calcification
Odontologia
Radiografia Panorâmica
Prevalência
Calcificação Fisiológica
Descrição
Resumo:A radiografia panorâmica permite avaliar áreas adjacentes à maxila e à mandíbula. As mais frequentes calcificações de tecidos moles do sistema estomatognático descritas na literatura são as ossificações do ligamento estiloide, as calcificações da cartilagem da tireoide, os ateromas de artéria carótida, os tonsilólitos, as calcificações da cartilagem tritícea, os sialolitos e as calcificações de linfonodos. Este trabalho pretende analisar documentalmente radiografias panorâmicas digitais realizadas em uma clínica-escola em uma universidade do Sul de Santa Catarina, para verificar a ocorrência de calcificações de tecidos moles na região bucomaxilofacial. Foram selecionadas, analisadas e avaliadas por um observador 192 radiografias panorâmicas digitais em pacientes com idade superior a 40 anos que procuraram atendimento odontológico entre os anos de 2015 e 2018. Foram coletados dados demográficos de pacientes com calcificações no tecido mole, que foram mais prevalentes no gênero feminino e na faixa etária de 60 a 69 anos. Encontraram-se 206 calcificações, entre as quais 59,90 % eram ossificação do ligamento estiloide, 11,98% calcificação da cartilagem da tireoide, 9,38% suspeita de ateroma, 9,38% tonsilólito, 6,77% calcificação da cartilagem da tritícea, 5,73% sialolito e 4,17% calcificação de linfonodos. Não houve calcificações da cartilagem da epiglote, antrolito e rinolito. O não preenchimento da anamnese dos prontuários eletrônicos impossibilitou a associação com a variável comorbidade.