Adaptação e Validação Brasileira das Escalas DASE e TUD para Usuários de Cocaína/Crack
Autoeficácia para abstinência e a tentação para uso de drogas são importantes elementos na mudança dos comportamentos aditivos. O objetivo do estudo foi analisar as evidências psicométricas da validação e adaptação brasileira das escalas Drug Abstinence Self-efficacy Scale (DASE) e Temptation to Use...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Paidéia (Ribeirão Preto. Online) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/138196 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/paideia/article/view/138196 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | autoeficácia abstinência cocaína crack (droga) autoeficacia abstinencia self-efficacy abstinence cocaine crack (drug) |
| Sumario: | Autoeficácia para abstinência e a tentação para uso de drogas são importantes elementos na mudança dos comportamentos aditivos. O objetivo do estudo foi analisar as evidências psicométricas da validação e adaptação brasileira das escalas Drug Abstinence Self-efficacy Scale (DASE) e Temptation to Use Drugs Scale (TUD). A amostra foi de 300 homens em tratamento pela dependência de cocaína e crack. A análise fatorial exploratória e de consistência interna demonstraram a existência de quatro fatores na DASE, explicando 54% da variação total dos 24 itens e quatro fatores na TUD explicando 56% da variação total. O coeficiente alpha de Cronbach na DASE foi 0,920 e na TUD 0,927. A adaptação brasileira das escalas mostrou evidências de validade adequadas na amostra de dependentes de cocaína e crack internados. |
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