Haveria um "déficit agonístico" na teoria de Axel Honneth?
O projeto crítico de Axel Honneth, até meados da década de 2000, ressaltava o papel de uma concepção antropológica assentada em uma psicologia moral. Tal empreendimento foi criticado tanto por Nancy Fraser como por Judith Butler. Argumento que as objeções formuladas por duas filósofas de linhagens m...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
| Repositorio: | Dissertatio - Revista de Filosofia (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.ufpel:article/17399 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/dissertatio/article/view/17399 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Recognition social struggles agonistic moral psychology. Ética Reconhecimento Agonismo. |
| Resumo: | O projeto crítico de Axel Honneth, até meados da década de 2000, ressaltava o papel de uma concepção antropológica assentada em uma psicologia moral. Tal empreendimento foi criticado tanto por Nancy Fraser como por Judith Butler. Argumento que as objeções formuladas por duas filósofas de linhagens muito distintas possuem algo em comum: apontam para a ausência de um conflito genuíno ou um “déficit agonístico” na teoria de Honneth. Segundo Butler, a luta não estaria presente em todo seu vigor na vida psíquica e, de acordo com Fraser, seria também amansada na vida social. Concluo que mesmo após a recente “virada histórica” honnethiana tal deficiência permanece presente. |
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