Recuperação de larvas infectantes de Trichostrongylus colubriformis em três espécies de gramíneas contaminadas no verão

O experimento teve como objetivo avaliar a recuperação de larvas infectantes (L3) de Trichostrongylus colubriformis em Brachiaria decumbens cv. Australiana, Cynodon dactilon cv. Coast-cross e Panicum maximum cv. Aruana. Foram utilizados módulos experimentais constituídos por seis canteiros de 32,4 m...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Rocha, Raquel A. da [UNESP], Rocha, Gilberto Pedroso da [UNESP], Bricarello, Patrizia A. [UNESP], Amarante, Alessandro Francisco Talamini do [UNESP]
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/14385
Acesso em linha:http://dx.doi.org/10.1590/S1984-29612008000400011
http://hdl.handle.net/11449/14385
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Brachiaria decumbens
Cynodon dactylon
Epidemiologia
Ovino
Panicum maximum
Sheep
Epidemiology
Descrição
Resumo:O experimento teve como objetivo avaliar a recuperação de larvas infectantes (L3) de Trichostrongylus colubriformis em Brachiaria decumbens cv. Australiana, Cynodon dactilon cv. Coast-cross e Panicum maximum cv. Aruana. Foram utilizados módulos experimentais constituídos por seis canteiros de 32,4 m² cada, perfazendo dois canteiros por espécie forrageira. Cada canteiro foi dividido em 36 parcelas, de 30 x 30 cm, de forma a permitir seis repetições por espécie e por altura da forragem em cada semana de colheita de material. A sobrevivência larval foi avaliada do meio do verão e até meados do outono, sob o efeito de duas alturas de poda das forragens: baixa, 5 cm e alta, 30 cm. A poda foi realizada imediatamente antes da deposição das fezes contaminadas com ovos de T. colubriformis, obtidos de ovinos, que ocorreu no dia 05/02/ 2004. A colheita das fezes e da forragem foi realizada uma, duas, quatro, oito, 12 e 16 semanas após a deposição das fezes nos canteiros experimentais. A altura da forragem foi medida em cada uma das subdivisões imediatamente antes da colheita. A forragem foi cortada rente ao solo, de uma área delimitada com o auxílio de um círculo de 10 cm de raio. As fezes foram recolhidas manualmente dos canteiros. O número de larvas infectantes recuperado foi muito pequeno em comparação com a quantidade de larvas produzidas nas culturas controle, mantidas no laboratório (máximo de 6,7% no capim Aruana com 30 cm de altura). Arecuperação de L3 das amostras fecais foi maior quando as fezes foram depositadas em meio ao capim alto (com 30 cm - P<0,05). Porém, a recuperação de L3 das forragens foi similar em ambos os cortes. em relação à concentração de L3 (número de L3/kg de matéria seca), não houve diferença entre o corte baixo e alto (P>0,05) em nenhuma das semanas experimentais. Dentre as espécies forrageiras, o capim aruana foi o que, no geral, apresentou maiores concentrações de L3 de T. colubriformis.