Cultivo larval da ostra do mangue, crossostrea rhizophorae (Guilding, 1828), em diferentes condições de temperatura, salinidade e densidade

A larvicultura em escala comercial da ostra do mangue, Crassostrea rhizophorae, tem sido objeto de estudo de vários órgãos governamentais e empresas privadas, uma vez que esta pode ser capaz de garantir um suprimento estável de sementes para os cultivos. O presente trabalho foi desenvolvido na tenti...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Miranda, Marcelo Bandecchi Botelho de, Guzenski, João
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1999
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/1047
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/1047
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aquicultura
Ostra do mangue - cultivo larval
Descripción
Sumario:A larvicultura em escala comercial da ostra do mangue, Crassostrea rhizophorae, tem sido objeto de estudo de vários órgãos governamentais e empresas privadas, uma vez que esta pode ser capaz de garantir um suprimento estável de sementes para os cultivos. O presente trabalho foi desenvolvido na tentiva de se estabalecer as condições ideais para o crescimento larval de C. rhizophorae. foram analisados os principais fatores para o cultivo de larvas da espécie: temperatura, salinidade, densidade larval, uso de antibiótico e quantidade de alimento. A contaminação por bactérias é provavelmente o maior problema que deve ser levado em consideração na larvicultura de C. rhizophorae. Sem o uso de antibiótico não foi possível concluir os cultivos. Altas temperaturas podem favorecer o crescimento de bactérias no cultivo e baixas temperaturas reduzem o crescimento das larvas. A temperatura de 25%°C foi considerada a melhor entre aquelas testadas. C. rhizophorae é uma espécie cujas larvas se adaptam melhor a salinidade abaixo da oceânica, entre 25 e 30%. altas concentrações larvais são prejudiciais aos cultivos. Densidades entre 5 e 15 larvas/ml são recomendadas para o início dos trabalhos. O cultivo larval de C. rhizophorae é tecnicamente viável em escala laboratorial e semi-comercial, mas estudos sobre a viabilidade econômica devem ser realizados.