Narradores de Javé: memórias e identidades polifônicas no cinema brasileiro
Baseado nos debates acerca da memória em Maurice Halbwachs e Michael Pollak, esse artigo tem como objetivo central discutir o processo de construção da memória coletiva. Para tanto, será feita a análise do longa-metragem brasileiro Narradores de Javé, produzido em 2003. Ademais, considerando que a q...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Resgate (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8648175 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/8648175 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Narradores de Javé. Memória. Identidade. Polifonia. Dialogismo. |
| Resumo: | Baseado nos debates acerca da memória em Maurice Halbwachs e Michael Pollak, esse artigo tem como objetivo central discutir o processo de construção da memória coletiva. Para tanto, será feita a análise do longa-metragem brasileiro Narradores de Javé, produzido em 2003. Ademais, considerando que a questão da identidade é não apenas outro aspecto visível na produção, mas também um fator que interage com a memória de determinado grupo social, caberá uma breve reflexão sobre o conceito. Em relação às memórias e identidades que emergem no filme, entende-se, de antemão, que estes conceitos compõem uma verdadeira polifonia discursiva, em que várias vozes interdependentes podem vir a se harmonizar ou se desarmonizar, criando um dialogismo em torno de uma mesma temática. |
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