Implementação do preparo de medicação à beira-leito em terapia intensiva :  auditorias clínicas pós-ciclo de melhoria

Objetivo: Avaliar a implementação do processo de preparo de medicamentos à beira-leito em um Centro de Terapia Intensiva, após um ciclo de melhoria. Método: Estudo quase-experimental com amostras não pareadas, pré e pós-implementação, realizado em um Centro de Terapia Intensiva de um hospital públic...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Barcellos, Ruy de Almeida, Silva, Cindy Klagenberg, Wegner, Wiliam, Azzolin, Karina de Oliveira, Santana, Luísa Brehm, Santos, Mirella Zolner dos
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositório:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/282675
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/282675
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Segurança do paciente
Erros de medicação
Unidades de terapia intensiva
Patient safety
Medication errors
Intensive care units
Seguridad del paciente
Errores de medicación
Unidades de cuidados intensivos
Descrição
Resumo:Objetivo: Avaliar a implementação do processo de preparo de medicamentos à beira-leito em um Centro de Terapia Intensiva, após um ciclo de melhoria. Método: Estudo quase-experimental com amostras não pareadas, pré e pós-implementação, realizado em um Centro de Terapia Intensiva de um hospital público no sul do Brasil, de setembro de 2022 a abril de 2023, seguindo as diretrizes do Standards for Quality Improvement Reporting Excellence 2.0. Avaliou-se a adesão à preparação do medicamento à beira-leito, interrupções durante o preparo, acondicionamento adequado, identificação e validade de medicamentos multidose, e registro da temperatura da geladeira de armazenamento. Para análise dos dados utilizaram-se os testes de Shapiro-Wilk e Teste U de Mann-Whitney, e para determinar a conformidade das práticas observadas, utilizou-se o Índice de Positividade de Carter. Resultados: Realizaram-se 45 auditorias pré intervenção e 122 três meses após a implementação do ciclo de melhoria. Todas as variáveis apresentaram melhorias significativas. A conformidade geral aumentou de 46% para 80% nos períodos pré e pós-implementação, respectivamente, indicando a transição do estrato de assistência “indesejada” para “segura”. Conclusão: O estudo revelou uma relação positiva entre a implementação de um ciclo de melhoria da qualidade, centrado no preparo de medicamentos, e melhorias na segurança do paciente.