Estudo de fungos da Coleção de Microrganismos de Referência do INCQS e de fungos isolados de sedimentos de igarapés em Manaus (AM) com capacidade de descolorir e detoxificar corantes têxteis

Os problemas associados à indústria têxtil provêm especialmente da utilização de corantes, visto que a maioria é recalcitrante e alguns apresentam caráter mutagênico e carcinogênico. Agências reguladoras relacionadas à saúde pública, incluindo a Vigilância Sanitária, devem atuar conjuntamente com ou...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bergsten-Torralba, Ludmila Rosa
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/9267
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/9267
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Microbiologia Ambiental
Fungos
Agentes Corantes
Toxicidade
Biodegradação
Testes de Mutagenicidade
Análise Microbiológica
Vigilância Sanitária
Descripción
Sumario:Os problemas associados à indústria têxtil provêm especialmente da utilização de corantes, visto que a maioria é recalcitrante e alguns apresentam caráter mutagênico e carcinogênico. Agências reguladoras relacionadas à saúde pública, incluindo a Vigilância Sanitária, devem atuar conjuntamente com outros segmentos voltados à saúde ambiental no intuito de reduzir ou eliminar os riscos provenientes deste setor. Deste modo vem sendo investigada à capacidade de fungos de descolorir e detoxificar diferentes tipos de corantes têxteis. Amostras de sedimentos de cinco igarapés na região de Manaus (AM) foram coletados com intuito de isolar fungos com capacidade de descolorir eficientemente os corantes Vermelho Reativo 198 (V198) e Azul Reativo 21 (A21). Os fungos isolados foram testados juntamente com fungos da Coleção de Microrganismos de Referência do INCQS, àqueles eficientes na descoloração foram avaliados na presença de outro corante, Azul Reativo 214 (A214) e da mistura dos 3 corantes (MXC). Os tratamentos foram avaliados toxicologicamente utilizando os ensaios ecotoxicológico com o microcrustáceo Daphnia pulex, de genotoxicidade com células sanguíneas (Ensaio Cometa) e de mutagenicidade com a bactéria Salmonella typhimurium(Teste de Ames). Os isolados de Manaus não foram considerados eficientes na descoloração, pois adsorveram o corante, ao contrário dos fungos da Coleção do INCQS, Penicillium simplicissimum INCQS 40211, e do fungo de referência Lentinula edodes INCQS 40220 [...]