Reestruturação e heterogeneidade estrutural produtiva na fronteira sul brasileira

A superação progressiva da persistente heterogeneidade das estruturas produtivas é um requisito básico para que as regiões tenham um ritmo de crescimento sustentado e equitativo. Assim, o objetivo desse estudo foi analisar o comportamento da heterogeneidade estrutural, o grau de especialização e a...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cericatto da Silva, Ariana, Ferrera de Lima, Jandir
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
Repositorio:Revista Brasileira de Planejamento e Desenvolvimento
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.utfpr:article/17724
Acceso en línea:https://periodicos.utfpr.edu.br/rbpd/article/view/17724
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Planejamento Urbano e Regional e Serviços Urbanos e Regionais
Análise Regional; Crescimento Regional; Desenvolvimento Fronteiriço; Região Sul do Brasil.
Descripción
Sumario:A superação progressiva da persistente heterogeneidade das estruturas produtivas é um requisito básico para que as regiões tenham um ritmo de crescimento sustentado e equitativo. Assim, o objetivo desse estudo foi analisar o comportamento da heterogeneidade estrutural, o grau de especialização e a desigualdade produtiva das regiões geográficas imediatas localizadas na faixa de fronteira Arco Sul do Brasil. Para isso, foram aplicados indicadores de análise regional com base na produtividade do trabalho para analisar a estrutura produtiva no período de 2010 a 2020. Como principais resultados, destacou-se: a maioria das regiões em análise apresentaram coeficientes de reestruturação pouco significativos, indicando que essas localidades passaram por mudanças nas suas bases produtivas em períodos anteriores ou ainda não passaram por mudanças significativas. Diferente da especialização do setor agropecuário, os setores da indústria e de serviços apresentaram um comportamento mais homogêneo entre eles, o que demostrou que na última década, 2010 a 2020, as regiões geográficas imediatas de faixa de fronteira fortaleceram as suas estruturas produtivas urbanas.