A Fotografia como ruína
Com base no pensamento benjaminiano sobre a imagem e o tempo, traçamos um paralelo entre o conceito de fotografia e a noção de ruína. Evidenciamos o que há de comum nessa analogia com o objetivo de aprofundar a discussão da questão: como a fotografia, ao se caracterizar como ruína, dialoga com a des...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/3635 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3635 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Memória Walter Benjamin Fotografia |
| Sumario: | Com base no pensamento benjaminiano sobre a imagem e o tempo, traçamos um paralelo entre o conceito de fotografia e a noção de ruína. Evidenciamos o que há de comum nessa analogia com o objetivo de aprofundar a discussão da questão: como a fotografia, ao se caracterizar como ruína, dialoga com a descontinuidade do tempo? Nesse caminho, percebemos no legado de Walter Benjamin pontos-chave para construirmos nossa fundamentação, tais como: o conceito de história, a memória, a ruína alegórica barroca e a própria fotografia. A contribuição do filósofo nos permitiu ligar tais temas aos liames da teoria fotográfica tão discutida por Roland Barthes, Philippe Dubois, André Bazin, dentre outros que balizaram a fotografia sob a ótica do vestígio, do rastro do real. Interessou-nos perceber a proximidade entre imagem fotográfica e o tempo descontínuo que se estabelece na dialética entre passado e presente, aparência e ocultação, morte e vida. Indo além, também relacionamos fotografia e história, que põem em evidência duplos como: documento/monumento e verdade/mentira. Ao longo do texto, dedicamo-nos a apresentar imagens de fotógrafos que trabalham, de formas diversas, com a fotografia como ruína. São eles: Eugène Atget, Christian Boltanski e Rosângela Rennó. Essa seleção de imagens, sobretudo, reforça temas benjaminianos que abordamos. Buscamos, então, construir e fundamentar um texto com o intuito de chegar mais próximo daquilo que seria, para Benjamin, a imagem fotográfica de seu pensamento |
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