Aplicação do método COP para avaliação da vulnerabilidade intrínseca à contaminação do aquífero cárstico Salitre, Irecê-BA, Brasil

A área de estudo localiza-se na microrregião de Irecê, situada na porção centro-norte do estado da Bahia, Brasil. Compreende uma área piloto do aquífero cárstico Salitre, de aproximadamente 250km², delimitada por parte dos municípios de Irecê e Lapão. Constitui-se por rochas carbonáticas da Formação...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autores: VILLANUEVA, Tereza Cristina Bittencourt, LEAL, Luiz Rogério Bastos, ZUCCHI, Maria do Rosário, AZEVEDO, Antônio Expedito Gomes de, VILLANUEVA, Pablo Ramosandrade
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Recursos:Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM)
Repositorio:Repositório Institucional de Geociências - RIGEO
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rigeo.sgb.gov.br:doc/16606
Acesso em linha:https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/16606
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:AQUÍFERO CÁRSTICO SALITRE
VULNERABILIDADE INTRÍNSECA À CONTAMINAÇÃO
ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
MÉTODO COP
CARTOGRAFIA DE VULNERABILIDADE
Descrição
Resumo:A área de estudo localiza-se na microrregião de Irecê, situada na porção centro-norte do estado da Bahia, Brasil. Compreende uma área piloto do aquífero cárstico Salitre, de aproximadamente 250km², delimitada por parte dos municípios de Irecê e Lapão. Constitui-se por rochas carbonáticas da Formação Salitre de idade Neoproterozóica. Para determinação da vulnerabilidade intrínseca à contaminação do aquífero na área foi utilizado o Método COP, e para tanto, alguns produtos foram gerados para aplicação no modelamento, como análise granulométrica dos solos, elaboração do Mapa Hidrogeológico, Mapa de Declividade, Mapa de Dolinas e Fraturas e Mapa de Uso e Ocupação dos Solos, em escala 1:25.000. Esses produtos permitiram a geração do Mapa de Vulnerabilidade Intrínseca à Contaminação da área, que apresentou como resultado um zoneamento de vulnerabilidade que possibilitou a delimitação de 3 classes de vulnerabilidade intrínsecas na área: Moderada (53%), Baixa (40%) e Muito Alta (7%). Os resultados obtidos podem ser utilizados para o planejamento, gestão hídrica e territorial da área.