Formalização dos contratos de trabalho e salários no Nordeste

Resumo: Este artigo examina as mudanças na distribuição dos rendimentos do trabalho que acompanharam as alterações no perfil das pessoas ocupadas com a formalização do trabalho e os aumentos de participação da mulher e das pessoas com, pelo menos, o ensino médio completo. Com base nos microdados da...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Baltar, Paulo Eduardo de Andrade, 1950-, Leone, Eugenia Troncoso, 1948-
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1349902
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/20.500.12733/26089
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Labor market
Women employees
Wages
Formalização
Artigo original
Mercado de trabalho
Trabalho feminino
Salários
Descrição
Resumo:Resumo: Este artigo examina as mudanças na distribuição dos rendimentos do trabalho que acompanharam as alterações no perfil das pessoas ocupadas com a formalização do trabalho e os aumentos de participação da mulher e das pessoas com, pelo menos, o ensino médio completo. Com base nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) são analisados os anos de 2002 e 2005. Considerando somente as pessoas ocupadas com rendimento positivo, confrontam-se o emprego formal com o conjunto das demais posições na ocupação, bem como os trabalhadores com e sem ensino médio completo, contrastando-se o que ocorreu no Nordeste com o verificado no restante do Brasil. Conclui que hão houve melhora significativa no quadro de muita informalidade e baixa remuneração do trabalho que vigora no conjunto do País, mas que este quadro de muita infonnalidade é particularmente marcante no Nordeste, devido ao mercado de trabalbo desta região apresentar ainda menor capacidade de absorção da população ativa que as demais regiões. A principal manifestação da estreiteza do mercado de trabalho é a elevada fração de ocupações não-formais e os baixos rendimentos destas ocupações