Risco de quedas de idosas fisicamente ativas: um estudo transversal / Fall risk in fisically active elderly: a cross-sectional study

O processo de envelhecimento traz diversas alterações orgânicas, psicossociais e comportamentais. Entre elas, as degenerativas, como a perda de massa muscular e força, que afetam o equilíbrio do idoso, podem ser as mais preocupantes em função do risco que suportam à ocorrência de quedas, que configu...

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Detalles Bibliográficos
Autores: da Costa, Janina Lied, Porolnik, Sinara, Arruda, Guilherme Tavares, Petter, Gustavo do Nascimento, Pivetta, Hedioneia Maria Foletto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/23258
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/23258
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Acidentes por quedas
Assistência a idosos
Envelhecimento
Prevenção de acidentes.
Descripción
Sumario:O processo de envelhecimento traz diversas alterações orgânicas, psicossociais e comportamentais. Entre elas, as degenerativas, como a perda de massa muscular e força, que afetam o equilíbrio do idoso, podem ser as mais preocupantes em função do risco que suportam à ocorrência de quedas, que configuram um grande problema para a saúde e são causa de internações, quadros de dependência e até morte. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi analisar o risco de quedas de idosas fisicamente ativas. Trata-se de um estudo transversal, observacional e quantitativo em que a população da pesquisa foi composta por 40 idosas brasileiras com média de idade de 66,33 ± 5,5. O International Physical Activity Questionaire (IPAQ) foi utilizado como critério de inclusão.Os instrumentos utilizados foram uma ficha de avaliação, o Índice de Katz, o Mini Exame do Estado Mental (MEEM) para elebigilidade e o Teste Timed Up and Go (TUG) para análise. Os dados foram através da estatística descritiva com distribuição de frequências de valores absolutos e percentuais. Diante do perfil epidemiológico encontrado, o Risco de Queda, avaliado através do TUG seguinte escores: para risco normal n = 17 (42,50%), para baixo risco n = 22 (55,0%) e para alto risco n = 1 (2,50%). Se tratar de idosas fisicamente ativas, ainda que a maioria tenha algum problema de saúde, o risco de ocorrência de quedas é baixo ou nulo, porém, ainda ocorre.Desta forma, concluimos sobre a necessidade de elucidar questões acerca da atividade física realizada, como o tipo, a intensidade e a frequência e, assim encontrar a melhor maneira de evitar as quedas.