A dicotomia consciência mundo em Merleau-Ponty, uma tentativa de superação na fenomenologia da per- cepção

A presente pesquisa procura abordar a filosofia de Maurice Merleau-Ponty, levando-se em questão a problemática da dicotomia consciência mundo, na Fenomenologia da Percepção . Descreve-se, desse modo, a experiência perceptiva enquanto ato primordial da relação subjetiva do homem com mundo, isto é, do...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Luiz de França Filho, José
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2003
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/6326
Acceso en línea:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6326
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Percepção, Corpo-Próprio, Fenomenologia, Fenomenologia Existencial, Consciência, Sujeito, Subjetividade, Sujeito Corporal.
Descripción
Sumario:A presente pesquisa procura abordar a filosofia de Maurice Merleau-Ponty, levando-se em questão a problemática da dicotomia consciência mundo, na Fenomenologia da Percepção . Descreve-se, desse modo, a experiência perceptiva enquanto ato primordial da relação subjetiva do homem com mundo, isto é, do sujeito com o seu exterior. A percepção em Merleau-Ponty, nessa perspectiva, se transforma numa modalidade original da consciência consciência perceptiva ; de um sujeito situado corporalmente no mundo, já que uma filosofia que trata da relação interior exterior, através de uma abordagem fenomenológico-existencial, encontra, inevitavelmente, o problema do corpo. Trata-se, portanto, de uma investigação sobre a fenomenologia da percepção de Merleau-Ponty, em que a teoria da percepção configura-se inteiramente numa teoria do corpo: do corpo-próprio enquanto lugar da simbólica geral do mundo; onde o corpo é tomado como o liame que ata a consciência ao mundo, presentificando, espacialmente, o sujeito; onde o corpo, ainda, é tomado como uma unidade aberta ao seu exterior, ou seja, sendo um com o mundo, sendo carne, porém, sem se confundir com ele