Previsão em tempo real de vazões afluentes a reservatórios de usinas hidrelétricas

A previsão em tempo real de vazões afluentes a reservatórios hidrelétricos é fundamental para garantir a sua eficácia operacional com objetivos econômicos e de segurança. A vazão afluente é composta pela contribuição da bacia superior (seção logo a montante do reservatório) e pela bacia de contribui...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Mine, Miriam Rita Moro, Tucci, Carlos Eduardo Morelli
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1999
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/232504
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/232504
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Previsão de vazões
Usinas hidrelétricas
Modelos determinísticos
Modelos estocásticos
Descrição
Resumo:A previsão em tempo real de vazões afluentes a reservatórios hidrelétricos é fundamental para garantir a sua eficácia operacional com objetivos econômicos e de segurança. A vazão afluente é composta pela contribuição da bacia superior (seção logo a montante do reservatório) e pela bacia de contribuição lateral ao reservatório. Para a primeira, geralmente, é possível uma previsão com antecedência maior, mas para a bacia de contribuição direta, o tempo de antecedência é menor. Esta bacia é importante quando o volume de contribuição pode alterar as regras operacionais. Neste estudo, foi utilizada a combinação de um modelo empírico (concepção estocástica) para a previsão da bacia de montante, e um modelo determinístico precipitação-vazão para a previsão da bacia contribuinte direta ao lago. Estes modelos foram utilizados para a previsão da vazão afluente da Usina de Foz do Areia no rio Iguaçu, que possui restrições operacionais tanto a montante como a jusante. Para a previsão com o modelo determinístico foram realizadas as seguintes hipóteses quanto à precipitação: i) previsão da precipitação: chuva futura conhecida e chuva futura nula; ii) sensibilidade a diferentes densidades de estações. Os resultados obtidos mostraram que: i) o modelo estima muito bem as vazões e volumes afluentes; ii) o modelo com chuva futura nula não comprometeu de forma significativa a previsão de volumes; iii) a menor densidade de postos também não comprometeu de forma significativa os resultados.