COMPORTAMENTO HIDROGEOLÓGICO DO AQUÍFERO AÇÚ NA REGIÃO DE APODI – RN

O aquífero Açú, localizado na Bacia Potiguar (NE do Brasil), é pouco conhecido a nível de detalhe. A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN) pretende intensificar o conhecimento sobre tal aquífero, recon...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Carvalho Júnior, Edeweis Rodrigues de, Melo, José Geraldo de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2000
País:Brasil
Institución:Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
Repositorio:Águas Subterrâneas (São Paulo. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.aguassubterraneas.abas.org:article/23761
Acceso en línea:https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/23761
Access Level:acceso abierto
Descripción
Sumario:O aquífero Açú, localizado na Bacia Potiguar (NE do Brasil), é pouco conhecido a nível de detalhe. A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN) pretende intensificar o conhecimento sobre tal aquífero, reconhecidamente portador de potencialidades hídricas importantes e com águas que variam de boa a salobra, visando atender às demandas de abastecimento d’água a comunidades sem acesso a água tratada. A área localiza-se nos arredores da cidade de Apodi – RN, onde os trabalhos realizados caracterizaram o sistema aquífero da área como do tipo livre, com semi-confinamentos localizados. A porção sul exibe elevados gradientes hidráulicos (entre 1,02 e 2,38%) e na porção norte os mesmos são mais baixos (entre 0,2 e 1,59% - possivelmente refletindo condutividades hidráulicas mais elevadas). Por toda a área, ofluxo subterrâneo é preferencialmente em direção aos drenos superficiais. Na porção norte foram individualizados dois divisores d’água subterrâneos, os quais também condicionam fluxos d’água subterrâneos em direção a N/NW. Os divisores d’água subterrâneos possivelmente estão associadas a regiões de altos estruturais, ao passo que o domínio entre tais divisores funcionariam como baixos estruturais. As regiões baixas do embasamento cristalino funcionariam como receptoras de material grosseiro (proximal), gerando os melhores condicionamentos hidrogeológicos observados na porção norte.