REFORMA AGRÁRIA NOS MUNICÍPIOS DE CÁCERES/MT E SELVÍRIA/MS: AGRONEGÓCIO, SUBORDINAÇÃO E EMANCIPAÇÃO CAMPONESA (Agrarian reform in the cities of Cáceres/MT and Selvíria/MS: agribusiness, subordination and peasant emancipation)
A área rural matogrossense e sul-mato-grossense mantém-se historicamente concentrada, são os conhecidos latifúndios da pecuária e, atualmente, das atividades monocultoras da soja, cana-de-açúcar e eucalipto. Esta situação criou, e cria, dificuldades de acesso à terra por parte dos camponeses. Portan...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Revista NERA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revista.fct.unesp.br:article/2366 |
| Acesso em linha: | https://revista.fct.unesp.br/index.php/nera/article/view/2366 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Corixinha/MT e Alecrim/MS Reforma Agrária agronegócio integração ao capital resistência camponesa. |
| Resumo: | A área rural matogrossense e sul-mato-grossense mantém-se historicamente concentrada, são os conhecidos latifúndios da pecuária e, atualmente, das atividades monocultoras da soja, cana-de-açúcar e eucalipto. Esta situação criou, e cria, dificuldades de acesso à terra por parte dos camponeses. Portanto, objetivamos-se analisar as condições de reprodução camponesa nos projetos de assentamento Corixinha/MT e São Joaquim/MS - uma vez que estes se encontram mais diretamente influenciados pela expansão territorial do agronegócio. Logo, buscar-se-á desvendar se as formas encontradas pelos assentados para continuar na terra, apontam para a subordinação e/ou para a emancipação. A metodologia adotada baseia-se na revisão de obras que tratam em especial da Reforma Agrária; levantamento de dados junto aos órgãos públicos; e entrevista com as famílias dos projetos de assentamento, com o intuito de averiguar os desdobramentos tanto das políticas públicas como do cerco do monocultivo. Em suma, o pressuposto é considerar tanto as formas de subordinação quanto as de resistência como parte das estratégias de flexibilidade da classe camponesa para continuar se reproduzindo no campo. |
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