Epidemiologia das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde em Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica

INTRODUÇÃO: As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IrAS) são adquiridas no ambiente hospitalar e podem manifestar-se durante a internação ou após a alta, desde que relacionadas à internação ou a procedimentos hospitalares. Em Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) fatores específi...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Freire, Izaura Luzia Silvério, Menezes, Luzia Clara Cunha de, Sousa, Núbia Maria Lima de, Araújo, Rhayssa de Oliveira e, Vasconcelos, Quinidia Lúcia Duarte de Almeida Quithé, Torres, Gilson de Vasconcelos
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS)
Repositório:Revista de Atenção à Saúde
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs2.seer.uscs.edu.br:article/1675
Acesso em linha:http://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_ciencias_saude/article/view/1675
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Enfermagem
Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica
Infecção Hospitalar
Descrição
Resumo:INTRODUÇÃO: As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IrAS) são adquiridas no ambiente hospitalar e podem manifestar-se durante a internação ou após a alta, desde que relacionadas à internação ou a procedimentos hospitalares. Em Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) fatores específicos de sua clientela são determinantes diretos da incidência de infecção. OBJETIVOS: Identificar o perfil epidemiológico das infecções relacionadas à assistência à saúde em uma unidade terapia intensiva pediátrica de um hospital de referência em Natal/RN. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo exploratório descritivo, dados prospectivos, abordagem quantitativa, realizado na referida unidade, entre janeiro e junho de 2011. A população constou de 84 crianças. Após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, os dados foram coletados, tabulados e analisados pela estatística descritiva e apresentados em tabelas e gráficos. RESULTADOS: Houve predominância do sexo masculino (59,5%), com idade até um ano (38,1%), com diagnóstico médico mais frequente de doenças respiratórias (27,4%); o agente infeccioso mais encontrado foi o Staphylococcus Aureus (18,8%) e 15,4% adquiriram infecções relacionadas à assistência à saúde. CONCLUSÕES: Constatou-se que o conhecimento dos mecanismos de transmissão das infecções relacionadas à assistência à saúde, aliados à ampliação dos recursos diagnósticos laboratoriais, define medidas objetivas para o seu controle.