Sociodemographic and pharmacotherapeutic profile of transgender persons from a specialized outpatient service in northeastern of Brazil
Este estudo descreve o perfil sociodemográfico e farmacoterapêutico de pessoas transgênero de um ambulatório especializado em Sergipe, nordeste do Brasil. Esta investigação é uma pesquisa observacional, transversal e retrospectiva desenvolvida de janeiro a maio de 2022 com amostragem por conveniênci...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) |
| Repositorio: | Research, Society and Development |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/37659 |
| Acesso em linha: | https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/37659 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Gender identity Health services for transgender persons Hormones Transgender persons Unified Health System. Identidad de género Servicios de salud para las personas transgénero Hormonas Persona transgénero Sistema Único de Salud. Identidade de gênero Serviços de saúde para pessoas transgênero Hormônios Pessoas transgênero Sistema único de saúde. |
| Resumo: | Este estudo descreve o perfil sociodemográfico e farmacoterapêutico de pessoas transgênero de um ambulatório especializado em Sergipe, nordeste do Brasil. Esta investigação é uma pesquisa observacional, transversal e retrospectiva desenvolvida de janeiro a maio de 2022 com amostragem por conveniência. Os dados incluídos na análise foram o número de prontuário, idade, gênero, anos de estudo e estado civil. Também foram coletadas do prontuário eletrônico informações sobre o uso de medicamentos, como o tipo de hormonioterapia e outros medicamentos utilizados atualmente, prescritos ou não. A análise descritiva envolveu medidas de tendência central (média, mediana e desvio padrão). As pessoas transgênero incluídas no estudo (n=81) tinham até 29 anos (80%) (idade mediana de 26 anos), 70% (n=57) relataram o uso de hormonioterapia, sendo que 17% (n=10) desses relataram automedicação. A formulação mais utilizada foi o cipionato de testosterona 40,8% (n=20), seguido do acetato de ciproterona mais estradiol 20,4% (n=10). Cerca de 66,7% (n=38) dessas pessoas usavam outros medicamentos, como antidepressivos (32%; n=24). Por ser uma população minoritária que enfrenta constantemente situações de vulnerabilidade social, este trabalho contribuirá para uma caracterização mais detalhada dessa população do serviço investigado. Assim, órgãos públicos e organizações que atendem essa população podem obter mais informações sobre a diversidade que a compõe. |
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