Uma investigação sobre os paradigmas da visão a partir de duas versões da Última ceia.
Seguindo o caminho de duas versões da cena da Última ceia, este artigo busca investigar o paralelismo existente entre a produção de obras visuais que convocam uma maior tatilidade e a adoção de um paradigma sobre a visão diferente do ótico e sem a separação e hierarquização dos sentidos....
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Estudos Semióticos |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/111030 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/esse/article/view/111030 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | haptic synesthesia Last supper háptico sinestesia Última Ceia |
| Sumario: | Seguindo o caminho de duas versões da cena da Última ceia, este artigo busca investigar o paralelismo existente entre a produção de obras visuais que convocam uma maior tatilidade e a adoção de um paradigma sobre a visão diferente do ótico e sem a separação e hierarquização dos sentidos. Propõe-se o paradigma háptico como um aglutinador de conhecimentos e práticas que integram os sentidos e propõem um maior engajamento corpóreo do enunciatário. Nesse contexto, a noção de sinestesia se torna o centro conceitual capaz de explicar essa integração dos sentidos. A partir de tal noção, investiga-se os efeitos de sentido advindos de uma maior tatilidade estimulada visualmente pela obra da Última ceia, de David Lachapelle, analisada ao final do artigo. |
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