Improvisando em meio aos punks: um breve relato sobre uma apresentação musical na Virada Cultural
Recebi um convite inesperado em meio a uma festa de aniversário de uma amiga: tocar na Virada Cultural. Um amigo meu de Santos, que por acaso estava ali na festa devido a uma amizade em comum, me propôs esta ideia de fazer um show durante o maior evento cultural da cidade de São Paulo enquanto distr...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Ponto Urbe |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/217355 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/pontourbe/article/view/217355 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Virada Cultural São Paulo música punk improviso |
| Sumario: | Recebi um convite inesperado em meio a uma festa de aniversário de uma amiga: tocar na Virada Cultural. Um amigo meu de Santos, que por acaso estava ali na festa devido a uma amizade em comum, me propôs esta ideia de fazer um show durante o maior evento cultural da cidade de São Paulo enquanto distribuía os bótons recém feitos de sua banda Gattopardo. Tudo o que eu sabia era que seriam dez bandas, nada mais. Mas fiquei animado e logo comuniquei os meus companheiros. A primeira impressão foi de descrença, mas também de desafio. Tocar para um público inédito, em meio ao centro de São Paulo, um show aberto, com possibilidades de contatos e milhares de pessoas passando pelas ruas. No entanto, muitos seriam também os empecilhos. Afinal, onde iríamos tocar? A que horas? Haveria equipamento? E equipamento de boa qualidade? Seria um palco ilegal, com risco de intervenção policial? A proximidade com a gravação de nosso disco também agia como um fator contra, já que desviava a nossa atenção nos ensaios. Mas decidimos prolongar a resposta do aceite. |
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