Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras
A presença de xenobióticos no ambiente representa um grande risco para diversas espécies de organismos benéficos e, em se tratando do Brasil, verifica-se uma diversidade imensa quando falamos em abelhas. Dentre os inseticidas empregados no controle de diversos insetos-praga, encontram-se moléculas d...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2023 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFLA |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/56707 |
| Online Access: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/56707 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Defesa Fitossanitária Meliponini Ecotoxicologia Pesticidas Meliponíneos Ecotoxicology Pesticides |
| Summary: | A presença de xenobióticos no ambiente representa um grande risco para diversas espécies de organismos benéficos e, em se tratando do Brasil, verifica-se uma diversidade imensa quando falamos em abelhas. Dentre os inseticidas empregados no controle de diversos insetos-praga, encontram-se moléculas dos grupos organofosforado (dimetoato), neonicotinoide (tiametoxam), piretroide (deltametrina) e fenilpirazol (fipronil), produtos neurotóxicos e de amplo uso na agricultura, como nas lavouras de algodão e maçã. Com relação às espécies de abelhas, podemos destacar o maior grupo de espécies das abelhas nativas brasileiras, a tribo Meliponini, fundamentais na polinização de angiospermas nativas e no desenvolvimento da meliponicultura, atividade responsável pelo manejo dessas espécies. Destacando-se as espécies Tetragonisca angustula, Scaptotrigona xanthotricha e Frieseomelitta varia, presentes no meliponário da Universidade Federal de Lavras, este estudo comparativo teve por objetivo realizar a exposição destas três espécies de abelhas aos inseticidas deltametrina, dimetoato, fipronil e tiametoxam em condições de laboratório. Os resultados obtidos de dose letal 50 (DL50) demonstram a existência de resposta diferenciada frente à intoxicação com as mesmas moléculas estudadas com a espécie de abelha Apis mellifera, justificando a necessidade de estudos mais aprofundados com esse grupo de insetos nativos, visando o desenvolvimento de protocolos de proteção. |
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