Jornalismo Independente Feminista: Mídias Brasileiras
Esse artigo aborda o jornalismo independente feminista e as mídias independentes brasileiras identificadas com o feminismo e as questões de gênero. Realizamos um comparativo entre as sete mídias independentes feministas brasileiras (AzMina, Catarinas, Cientista Que Virou Mãe, Gênero e Número, Lado M...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista Alterjor |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/216132 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/alterjor/article/view/216132 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Independent Journalism Feminism Women Media Jornalismo Independente Feminismo Mulheres Mídia |
| Sumario: | Esse artigo aborda o jornalismo independente feminista e as mídias independentes brasileiras identificadas com o feminismo e as questões de gênero. Realizamos um comparativo entre as sete mídias independentes feministas brasileiras (AzMina, Catarinas, Cientista Que Virou Mãe, Gênero e Número, Lado M, Nós, Mulheres da Periferia e Think Olga), apresentando suas características editoriais e aspectos que orientam a sua prática jornalística. Essas mídias evidenciam temas da agenda feminista para a esfera pública, mostrando outros sentidos através de seus discursos e problematizando as estruturas que geram desigualdades e violências. |
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