Feições de interação vulcano-sedimentares – exemplos na Bacia Do Paraná (RS)

Com o intuito de caracterizar e reconhecer os processos formadores das feições de interação vulcano-sedimentares, optou-se pelo detalhamento de cinco áreas da borda atual da Bacia do Paraná, no estado do Rio Grande do Sul. Nessas regiões selecionadas afloram arenitos eólicos e os derrames vulcânicos...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Rios, Fernando Rodrigues
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/156437
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/156437
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Bacia do parana
Feições geomorfológicas
Interaction
Vulcano-sedimentary features
Paraná basin
Descrição
Resumo:Com o intuito de caracterizar e reconhecer os processos formadores das feições de interação vulcano-sedimentares, optou-se pelo detalhamento de cinco áreas da borda atual da Bacia do Paraná, no estado do Rio Grande do Sul. Nessas regiões selecionadas afloram arenitos eólicos e os derrames vulcânicos, respectivamente pertencentes às Formações Botucatu e Serra Geral, Sequência Juro-Cretácea da Bacia do Paraná. Na interface entre essas duas unidades há a ocorrência de feições vulcano-sedimentares devido a interação ocasionada pelo intenso magmatismo de caráter básico e ácido, este último em menor volume, que recobriu um extenso campo de dunas eólicas em atividade. Uma variedade de estruturas vulcano-sedimentares se originaram pela interação de sedimentos consolidados ou inconsolidados, saturados ou não em água, com derrames de composição basáltica ou dacítica. As feições vulcano-sedimentares encontradas abrangem: estrias de fluxo sobre intertraps arenosos, brechas vulcânicas, brechas vulcano-sedimentares, autobrechas, diques de arenito e geodos, estas foram detalhadas por meio de técnicas de petrografia e DRX. Os processos responsáveis pela formação dessas feições são influenciados por fatores de natureza ígnea e sedimentar. Localizam-se na base e topo dos derrames e ocorrem de diferentes maneiras devido a diferenças na temperatura da lava e do tipo de sedimento em questão. Classificam-se de duas maneiras: interação do sedimento ainda úmido com a lava de temperatura elevada e parcialmente cristalizada; e a segunda refere-se a interação com o derrame já consolidado por meio de erosão e intemperismo.