Leishmaniose visceral: estudo de flebotomíneos e infecção canina em Montes Claros, Minas Gerais
A leishmaniose visceral no Brasil estava inicialmente associada a áreas rurais, mas devido às diversas alterações no ambiente como, desmatamentos, urbanização e intenso processo migratório, ocorreu a expansão das áreas endêmicas, levando à urbanização da doença, principalmente nas regiões Sudeste e...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositório: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/6001 |
| Acesso em linha: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/6001 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Leishmaniose visceral canina Lutzomyia longipalpis Leishmania Flebotomíneos Canine visceral leishmaniasis Phlebotomine |
| Resumo: | A leishmaniose visceral no Brasil estava inicialmente associada a áreas rurais, mas devido às diversas alterações no ambiente como, desmatamentos, urbanização e intenso processo migratório, ocorreu a expansão das áreas endêmicas, levando à urbanização da doença, principalmente nas regiões Sudeste e Centro Oeste do país. No município de Montes Claros, situado ao norte de Minas Gerais, foi feito um estudo para verificação da situação da LV. No ano de 2002 foi realizado inquérito sorológico canino e no período de setembro de 2002 a agosto de 2003 foi feito levantamento entomológico, utilizando armadilhas luminosas de CDC. A prevalência da LV canina apresentou taxa média de infecção em torno de 5%. A fauna de flebotomíneos estimada foi de 16 espécies, totalizando 1043 exemplares. Lutzomyia longipalpis foi a espécie predominante com 74%, o que sugere a sua participação na transmissão de LV em Montes Claros. |
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