A importância da discussão sobre a noção de sujeito: Foucault, Sartre, Merleau-Ponty
Inicialmente, destacamos a importância da discussão da noção de sujeito para a educação, a partir do fenômeno da educação corporal das crianças e do pensamento de Michel Foucault. A seguir, assumimos a discussão a partir da definição da noção de sujeito enquanto polo ativo do indivíduo em suas possi...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Educação e Pesquisa |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/141098 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/141098 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Subject Subjectivation Merleau-Ponty Michel Foucault Sartre Sujeito Subjetivação |
| Resumo: | Inicialmente, destacamos a importância da discussão da noção de sujeito para a educação, a partir do fenômeno da educação corporal das crianças e do pensamento de Michel Foucault. A seguir, assumimos a discussão a partir da definição da noção de sujeito enquanto polo ativo do indivíduo em suas possibilidades de configuração de mundo, nas relações com os outros e as coisas. Partimos dessa ideia porque a noção de atividade parece central em qualquer concepção de sujeito. Mesmo o sentido de sujeito assujeitado pressupõe nele um princípio ativo que se assujeita ao outro ou a determinada situação de mundo, sem o que o termo sequer teria sentido. Nosso objetivo é introduzir variações de sentido em torno dessa definição, a fim de inscrevê-la num quadro mais amplo e intrincado de subjetivação. Procuramos fazê-lo, num primeiro momento, a partir da análise de um acontecimento de adaptação escolar de uma criança de dois anos e meio de idade, e, num segundo momento, através de contribuições conceituais do pensamento de Merleau-Ponty, em contrapontos com o pensamento de Foucault e Sartre. Destacamos as noções de carne, fundo perceptivo e implicação ou entrelaçamento dos corpos ou sujeitos, que nos impõem uma nova compreensão do ser subjetivo ou social. Concluímos que a atividade do sujeito é inseparável de sua passividade e suas relações com os outros, nas quais não é possível saber ao certo onde termina o sentido do outro e começa o do próprio sujeito. |
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