Trajetórias ocupacionais de trabalhadoras da construção naval no Complexo Industrial e Portuário de Suape: identidades e reformulações a partir da divisão sexual do trabalho.
O dinamismo econômico e produtivo do Complexo Industrial Portuário de Suape, oxigenado mais intensamente com os grandes investimentos financeiros do PAC na segunda metade dos anos 2000 produziu profundas transformações na região. O campo do trabalho em suas inerentes transformações ao demandar por m...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Católica de Brasília (UCB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UCB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:localhost:riufcg/17940 |
| Acesso em linha: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/17940 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Complexo Industrial Portuário de Suape Industrial complex Suape Port Complejo industrial Puerto de Suape Indústria naval Construcción naval Shipbuilding Mulheres Women Mujer Trajetória Trayectoria Trajectory Interseccionalidade Intersectionality Interseccionalidad Sociologia |
| Resumo: | O dinamismo econômico e produtivo do Complexo Industrial Portuário de Suape, oxigenado mais intensamente com os grandes investimentos financeiros do PAC na segunda metade dos anos 2000 produziu profundas transformações na região. O campo do trabalho em suas inerentes transformações ao demandar por mão de obra qualificada “tencionou” com um espaço territorial historicamente estruturado em atividades agrícolas, pecuárias e de pesca artesanal. A participação feminina na indústria naval também reflete a ordem de mudanças, posicionando-a no espaço produtivo industrial, o que nos coloca à reflexão a partir da sociologia do trabalho em seu recorte de gênero. O tratamento teórico e metodológico na apreensão do objeto tem na vertente qualitativa um indispensável viés de análise, e que visa, em grande medida, construir uma base de reflexão a partir de respostas que o próprio objeto traz, onde o seu movimento produz o desenho sociológico em que se insere. A complexidade do objeto exige abordagem compatível com sua pluralidade, o que rendeu aproximação com a ferramenta teórica e metodológica da interseccionalidade, usada para analisar a conjunção de elementos que estruturalmente investem sobre as mulheres variadas formas de violência para além do gênero, em especial a questão racial, mas também sexualidade, origem. Investigação também alicerçada nos componentes que integram as relações sociais de sexo. Desafios que se lançam para estudar a trajetória ocupacional das mulheres trabalhadoras da indústria naval no Complexo Industrial e Portuário de Suape, investigando sob a problemática do acesso ao espaço produtivo com a autonomia social e as transformações nos campos das subjetividades e das identidades ocupacionais. Questionamento que também se volta sobre: se reproduziram as antigas divisões sexuais do trabalho e precarização em torno das relações sociais de sexo? Periodicidade de 2008 a 2017. |
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