A pesca de polvos no Arquipélago de Fernando de Noronha, Brasil

Uma pescaria de polvo em pequena escala se desenvolve nas águas rasas da plataforma da Área de Preservação do Arquipélago de Fernando de Noronha, localizado a 350 km da costa nordeste do Brasil. A população local de 3000 habitantes, além de um máximo de 500 turistas, inclui 45 pescadores de polvo, s...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Leite, Tatiana Silva, Haimovici, Manuel, Oliveira, Jorge Eduardo Lins
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.furg.br:1/2051
Acesso em linha:http://repositorio.furg.br/handle/1/2051
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Polvo
Octopus
Pescaria
Arquipélago de Fernando de Noronha
Fishery
Fernando de Noronha Archipelago
Descrição
Resumo:Uma pescaria de polvo em pequena escala se desenvolve nas águas rasas da plataforma da Área de Preservação do Arquipélago de Fernando de Noronha, localizado a 350 km da costa nordeste do Brasil. A população local de 3000 habitantes, além de um máximo de 500 turistas, inclui 45 pescadores de polvo, sendo que a maior parte pesca apenas esporadicamente. Como parte de um estudo mais abrangente sobre polvos de águas rasas do Nordeste brasileiro, a pescaria do Arquipélago foi estudada entre os anos de 2003 e 2005. Pescadores e comerciantes foram entrevistados periodicamente para obtenção de informações a respeito de locais de pesca, esforço, capturas e quantificar o consumo. Os pescadores, a maioria nativos entre 18 e 42 anos, coletaram polvos através de mergulhos livres, em média duas vezes por semana, com uma captura média de 8 kg. Uma estimativa aproximada da captura total anual de polvo no arquipélago foi de 3 toneladas das quais uma é comercializada. Entrevistas em restaurantes e hotéis sugerem um consumo de em torno de 8,2 toneladas anuais, dos quais apenas 11% foram supridos pela pesca local. Considera-se que, devidamente regulamentada e mantida no nível atual, esta pescaria é sustentável.