Influência da temperatura na solubilidade de beta-caroteno em solventes orgânicos à pressão ambiente

O presente trabalho reporta dados experimentais de solubilidade em pressão ambiente de beta-caroteno em solventes orgânicos puros (etanol, acetona, acetato de etila e diclorometano) e em misturas de tais solventes no intervalo de temperatura de 10 a 60 °C. Para este fim, adotou-se o método gravimétr...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Três,Marcus Vinícius, Francheschi,Elton, Borges,Gustavo Rodrigues, Dariva,Cláudio, Corazza,Fernanda de Castilhos, Oliveira,José Vladimir, Corazza,Marcos Lúcio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos (SBCTA)
Repositorio:Food Science and Technology (Campinas)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:scielo:S0101-20612007000400011
Acceso en línea:http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-20612007000400011
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:beta-caroteno
solubilidade
solventes orgânicos
UNIFAC
Descripción
Sumario:O presente trabalho reporta dados experimentais de solubilidade em pressão ambiente de beta-caroteno em solventes orgânicos puros (etanol, acetona, acetato de etila e diclorometano) e em misturas de tais solventes no intervalo de temperatura de 10 a 60 °C. Para este fim, adotou-se o método gravimétrico para a determinação da solubilidade, utilizando células encamisadas de equilíbrio. Os resultados mostraram que valores mais elevados de solubilidade são obtidos quando foram empregados solventes com parâmetros de solubilidade mais próximos daquele do soluto. Verificou-se que o aumento da temperatura, tanto para solventes puros, como para as misturas de solventes, acarretou num aumento da solubilidade do beta-caroteno para todas as condições experimentais. Observou-se ainda, que nas condições experimentais investigadas, não houve sinergismo significativo para as misturas de solventes quando comparadas aos valores de solubilidade obtidos para os solventes puros. O modelo UNIFAC se mostrou útil na previsão qualitativa dos resultados de solubilidade.