Armazenamento in vitro de ipê amarelo

O Handroanthus serratifolius (Vahl) S. O. Grose, esta frequentemente ameaçado devido ao desmatamento excessivo e a ocupação desordenada do Cerrado. Dessa forma, é importante que técnicas sejam desenvolvidas a fim de preservar espécies que ocorram neste bioma como é o caso do ipê amarelo. Para isso,...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Faria, Camila Vitória Nunes de
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/12794
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/12794
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fisiologia Vegetal
Ipê amarelo – Cultura in vitro
Ipê amarelo – Criopreservação
Ipê amarelo – Sementes – Armazenamento
Yellow ipê – In vitro culture
Yellow ipê – Cryopreservation
Yellow ipê – Seeds – Storage
Handroanthus serratifolius
Descripción
Sumario:O Handroanthus serratifolius (Vahl) S. O. Grose, esta frequentemente ameaçado devido ao desmatamento excessivo e a ocupação desordenada do Cerrado. Dessa forma, é importante que técnicas sejam desenvolvidas a fim de preservar espécies que ocorram neste bioma como é o caso do ipê amarelo. Para isso, várias técnicas são utilizadas variando o período de conservação em que o material ficará preservado. Dentre essas técnicas, podem-se destacar a produção e armazenamento de sementes sintéticas, o crescimento lento e a criopreservação que correspondem a período curto, médio e longo de armazenamento, respectivamente. Assim, objetivou-se realizar a conservação de H. serratifolius nesses diferentes prazos e estudar a regeneração e o desenvolvimento após o armazenamento dessas plantas. Para as sementes sintéticas, primeiramente foi avaliado o efeito de 0,25µM de ANA e BAP (0; 0,5; 1,0; 2,0; 4,0; 8,0 µM) em meio WPM na regeneração de gemas laterais de ipê amarelo durante 30 dias. Feito isso, foi avaliada a constituição das cápsulas das sementes sintéticas através da variação do meio WPM ou WPM/2 e a porcentagem de alginato de sódio (2, 3 e 4%) durante 30 dias. Para o armazenamento de sementes sintéticas foi realizado um pré tratamento com solução de sacarose nas concentrações de 0, 25, 50 e 75 M de sacarose por 16 horas em agitação. Posteriormente, as sementes foram armazenadas a 8, 15 e 25ºC no escuro e foram avaliados a cada 15 dias durante 2 meses. Para o crescimento lento, segmentos nodais foram inoculados em meio WPM com diferentes concentrações de sacarose (30, 45 e 60 g/L) e colocados a 8 e 15ºC durante 6 meses e mensalmente, os segmentos foram subcultivados. Para esses experimentos, foram avaliados a porcentagem de regeneração, o número de brotos, número de folhas, formação de calos e a oxidação. Para a criopreservação, a Droplet Vitrification e a PVS2 Vitrification foram testadas sendo que a permanência no PVS2 foi avaliada variando os tempos em (0, 30, 60, 90 e 120 minutos) e (0, 15, 30, 45, 60, 75 e 90 minutos) respectivamente. Após 30 dias a porcentagem de regeneração foi avaliada. A melhor porcentagem de regeneração de segmentos nodais de H. serratifolius foi em meio de cultivo WPM com 0,25 µM de ANA e 1,0 µM de BAP. Foi possível produzir sementes sintéticas de H. serratifolius a partir de segmentos nodais, sendo indicado o uso de matriz de alginato de sódio de 3% dissolvida em meio WPM meia força. O armazenamento de sementes sintéticas é viável durante 56 dias, na temperatura de 15ºC principalmente com pré-cultivo em meio líquido contendo 0,25M de sacarose. A criopreservação de segmentos nodais de H. serratifolius foi de 53,3% após exposição à solução vitrificante PVS2 por 15 minutos. É possível armazenar segmentos nodais de H. serratifolius por seis meses à 15ºC com sobrevivência de 70% com adição de 60g de sacarose.