Caminhos da liberdade: histórias da abolição e do pós-abolição no Brasil
Este livro, com foco principal na discussão sobre os Caminhos da Liberdade, é resultado do I Seminário de Pós-graduandos em História do Processo de Abolição e do Pós-Abolição no Brasil realizado na UFF em maio de 2010. O livro reflete o momento de renovação nos estudos abolicionistas a partir de 198...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/206 |
| Acceso en línea: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/206 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Escravidão Abolição da escravatura Liberdade Brasil |
| Sumario: | Este livro, com foco principal na discussão sobre os Caminhos da Liberdade, é resultado do I Seminário de Pós-graduandos em História do Processo de Abolição e do Pós-Abolição no Brasil realizado na UFF em maio de 2010. O livro reflete o momento de renovação nos estudos abolicionistas a partir de 1988, data da comemoração dos 100 anos da Abolição, com nova pauta de pesquisa e reflexão sobre a escravidão e a Abolição no Brasil, mais centrada no desmonte da escravidão e nas lutas sociais posteriores a 1888. O livro está dividido em cinco partes. As duas primeiras partes, com trabalhos sobre as possibilidades de liberdade antes de 1888, abordam as tensões legais pelo fim do tráfico, a experiência de africanos livres e das famílias escravas, assim como o recenseamento populacional, a Revolução Farroupilha e as disputas em áreas da fronteira sul. A terceira parte apresenta, por meio da discussão sobre os projetos abolicionistas, o papel de intelectuais, jornalistas, espíritas e lideranças negras nas lutas pela abolição. A quarta parte centra a atenção nos limites da liberdade após o fim da escravidão, discutindo sobre trabalho infantil, economia leiteira, festas populares e ações camponesas. Por fim, a quinta parte apresenta reflexões sobre as festas da liberdade e as memórias da escravidão a partir de imagens da Abolição e dos carnavais, da literatura, dos quilombos e das políticas patrimoniais. |
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