Capital en la frontera: explorando las raíces de la acumulación primitiva en la zona de influencia del Parque Nacional Jamanxim, Pará, Brasil
A presente abordagem sobre acumulação primitiva do capital parte da compreensão de que esse processo histórico social não representa somente o início do modelo de produção capitalista, mas sua recriação, que condiciona a expansão desse modelo econômico de maneira ampliada na contemporaneidade. Esse...
| Autores: | , , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Maranhão (UFMA) |
| Repositorio: | InterEspaço: revista de geografia e interdisciplinaridade |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.periodicoseletronicos.ufma.br:article/23047 |
| Acesso em linha: | https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/interespaco/article/view/23047 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Acumulación Primitiva Frontera Expropiación Parque Nacional Jamanxim Acumulação Primitiva Fronteira Expropriação Parque Nacional do Jamanxim Primitive Accumulation Frontier Expropriation Jamanxim National Park |
| Resumo: | A presente abordagem sobre acumulação primitiva do capital parte da compreensão de que esse processo histórico social não representa somente o início do modelo de produção capitalista, mas sua recriação, que condiciona a expansão desse modelo econômico de maneira ampliada na contemporaneidade. Esse entendimento é apresentado a partir da concepção de fronteira enquanto categoria analítica, do ponto de vista de conflitos, expropriações e sujeição à reprodução do capital através da força de trabalho e sob o aporte metodológico exploratório. O objetivo deste artigo, portanto, é demonstrar como a cooptação da força de trabalho e sua operacionalização se configuram na fronteira do Estado do Pará, por meio de atividades de exploração de recursos naturais extraídos do Parque Nacional do Jamanxim, com o intuito de evidenciar o imperativo da acumulação primitiva do capital. A principal conclusão é que os atores sociais que detêm os recursos financeiros e meios de produção exploram um contingente considerável de marginalizados que possuem somente a força de trabalho e se sujeitam a quaisquer condições para sua subsistência. |
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