Capital en la frontera: explorando las raíces de la acumulación primitiva en la zona de influencia del Parque Nacional Jamanxim, Pará, Brasil

A presente abordagem sobre acumulação primitiva do capital parte da compreensão de que esse processo histórico social não representa somente o início do modelo de produção capitalista, mas sua recriação, que condiciona a expansão desse modelo econômico de maneira ampliada na contemporaneidade. Esse...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Silva Júnior, Antônio Rodrigues, Carvalho, André Cutrim, Monteiro, Irvyem Gabriel Santos
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Repositorio:InterEspaço: revista de geografia e interdisciplinaridade
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.periodicoseletronicos.ufma.br:article/23047
Acesso em linha:https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/interespaco/article/view/23047
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Acumulación Primitiva
Frontera
Expropiación
Parque Nacional Jamanxim
Acumulação Primitiva
Fronteira
Expropriação
Parque Nacional do Jamanxim
Primitive Accumulation
Frontier
Expropriation
Jamanxim National Park
Descrição
Resumo:A presente abordagem sobre acumulação primitiva do capital parte da compreensão de que esse processo histórico social não representa somente o início do modelo de produção capitalista, mas sua recriação, que condiciona a expansão desse modelo econômico de maneira ampliada na contemporaneidade. Esse entendimento é apresentado a partir da concepção de fronteira enquanto categoria analítica, do ponto de vista de conflitos, expropriações e sujeição à reprodução do capital através da força de trabalho e sob o aporte metodológico exploratório. O objetivo deste artigo, portanto, é demonstrar como a cooptação da força de trabalho e sua operacionalização se configuram na fronteira do Estado do Pará, por meio de atividades de exploração de recursos naturais extraídos do Parque Nacional do Jamanxim, com o intuito de evidenciar o imperativo da acumulação primitiva do capital. A principal conclusão é que os atores sociais que detêm os recursos financeiros e meios de produção exploram um contingente considerável de marginalizados que possuem somente a força de trabalho e se sujeitam a quaisquer condições para sua subsistência.